Ligação e potencialidades das novas tecnologias de informação para uma melhor cidadania.
O seguinte trabalho apresentado foi solicitado pelo professor
Tiago Falcoeiras, docente da Unidade Curricular: “Língua Portuguesa e
Tecnologias de Informação e Comunicação”, do curso de Ensino Básico do
Instituto Politécnico de Setúbal.
Este trabalho, foi realizado num grupo de três pessoas, tem como principal objetivo a realização de uma reflexão entre as potencialidades das tecnologias de informação e comunicação para uma melhor cidadania. As novas tecnologias ou TIC são um conjunto de conhecimentos práticos e/ou técnicos, que nos dão a possibilidade de fazer modificações na nossa vida de modo a que a mesma seja mais cómoda.
As novas tecnologias são também novas ferramentas artificiais, construídas pelo homem e para o homem, de modo a que nós possamos entrar num novo mundo sem fronteiras, ou seja, através de computadores, tablets, telemóveis, etc., que têm a possibilidade de instalar (colocar) muitas aplicações (ferramentas de trabalho, lazer, aprendizagem, etc.), e isto tudo é feito através de uma rede, a Internet, tendo “acesso à informação de uma maneira extremamente rápida. Como num passe de mágica podemos ter acesso a textos contidos em qualquer canto do globo desde que faça parte da rede mundial de computadores.” (Filipe P. Mallmann, 2007). No mundo atual, as crianças bem como os adultos,utilizam cada vez mais as tecnologias no seu quotidiano, seja a nível profissional, pessoal ou académico.
A globalização e o desenvolvimento tecnológico e cientifico da informação, constituem mudanças e novas necessidades para a sociedade em que vivemos e , consequentemente, são exigidas cada exigidas cada vez mais competências aos cidadãos (Botelho. 2005; 2006).
Neste sentido, as novas tecnologias de informação e comunicação vieram melhorar a cidadania (define-se cidadania como: “ O bem exercer dos deveres e direitos que os humanos têm como cidadãos, estes direitos variam de país para país, alguns exemplos dos mesmos podem ser: direitos civis, direitos políticos e sociais e os mesmos estão sempre estabelecidos na constituição de cada país.
Para ter uma boa convivência com o próximo é preciso respeitar os direitos dos outros, ou seja, é preciso respeitar o que está escrito na constituição do nosso país, tudo isto faz com que tenhamos uma boa convivência uns com os outros e a nossa sociedade seja justa para com todos os seus cidadãos e ao mesmo tempo equilibrada, porque se todos fizéssemos o que queremos sem regras, muito provavelmente não estaríamos a respeitar o outro e assim não estaríamos a ser bons cidadãos, o que levava a que a cidadania não existisse.”
Como foi referindo anteriormente, as novas tecnologias estão cada vez mais presentes nas sociedades atuais, tornando-se cada vez mais uma ferramenta potencializadora no processo de ensino-aprendizagem entre o aluno/professor dentro ou fora da escola.
Este trabalho, foi realizado num grupo de três pessoas, tem como principal objetivo a realização de uma reflexão entre as potencialidades das tecnologias de informação e comunicação para uma melhor cidadania. As novas tecnologias ou TIC são um conjunto de conhecimentos práticos e/ou técnicos, que nos dão a possibilidade de fazer modificações na nossa vida de modo a que a mesma seja mais cómoda.
As novas tecnologias são também novas ferramentas artificiais, construídas pelo homem e para o homem, de modo a que nós possamos entrar num novo mundo sem fronteiras, ou seja, através de computadores, tablets, telemóveis, etc., que têm a possibilidade de instalar (colocar) muitas aplicações (ferramentas de trabalho, lazer, aprendizagem, etc.), e isto tudo é feito através de uma rede, a Internet, tendo “acesso à informação de uma maneira extremamente rápida. Como num passe de mágica podemos ter acesso a textos contidos em qualquer canto do globo desde que faça parte da rede mundial de computadores.” (Filipe P. Mallmann, 2007). No mundo atual, as crianças bem como os adultos,utilizam cada vez mais as tecnologias no seu quotidiano, seja a nível profissional, pessoal ou académico.
A globalização e o desenvolvimento tecnológico e cientifico da informação, constituem mudanças e novas necessidades para a sociedade em que vivemos e , consequentemente, são exigidas cada exigidas cada vez mais competências aos cidadãos (Botelho. 2005; 2006).
Neste sentido, as novas tecnologias de informação e comunicação vieram melhorar a cidadania (define-se cidadania como: “ O bem exercer dos deveres e direitos que os humanos têm como cidadãos, estes direitos variam de país para país, alguns exemplos dos mesmos podem ser: direitos civis, direitos políticos e sociais e os mesmos estão sempre estabelecidos na constituição de cada país.
Para ter uma boa convivência com o próximo é preciso respeitar os direitos dos outros, ou seja, é preciso respeitar o que está escrito na constituição do nosso país, tudo isto faz com que tenhamos uma boa convivência uns com os outros e a nossa sociedade seja justa para com todos os seus cidadãos e ao mesmo tempo equilibrada, porque se todos fizéssemos o que queremos sem regras, muito provavelmente não estaríamos a respeitar o outro e assim não estaríamos a ser bons cidadãos, o que levava a que a cidadania não existisse.”
Como foi referindo anteriormente, as novas tecnologias estão cada vez mais presentes nas sociedades atuais, tornando-se cada vez mais uma ferramenta potencializadora no processo de ensino-aprendizagem entre o aluno/professor dentro ou fora da escola.
“As tecnologias põem à disposição dos
cidadãos uma massa extraordinária de informação, colocando à escola e aos
professores o desafio de desenvolver nos jovens a capacidade de lidar de forma
crítica e pertinente com esse recurso estratégico”.
O crescimento e a importância do uso
destas ferramentas estão a ser cada vez mais reconhecidos em diversos aspectos
de vida e sociedade, estas tecnologias de informação são recursos tecnológicos
que ajudam a promover a literacia, conseguindo ajudar o jovem/aluno/criança a
ter uma aprendizagem destas novas ferramentas e como as usar e aplicar.
Como é de esperar, a utilização
destas ferramentas requer conhecimento e prática por parte de quem as utiliza,
mas independentemente disso é uma oportunidade de aproximar os interesses dos
alunos e as novas gerações, por parte do professor que consegue assim
introduzir os conteúdos de forma inovadora quer em sala de aula ou fora dela.
As escolas tornam-se assim meios
importantes para a construção do aluno enquanto cidadão ativo no sociedade em
que está inserido.A educação para a cidadania está inserida no currículo
desde muito cedo no ensino em Portugal e abrange diversas áreas devido a
existirem preocupações transversais à sociedade, sendo uma delas a educação
para os media, que incentiva “os alunos a utilizar e decifrar os
meios de comunicação social, nomeadamente o acesso e utilização das tecnologias
de informação e comunicação, visando a adoção de comportamentos e atitudes
adequados a uma utilização crítica e segura da Internet e das redes
sociais”(Educação para os Media, 2014).
O projeto
Playmaker (Sigapura) iniciado em 2014 em 160 escolas com mais de
10.000 alunos, tem como principal objetivo o desenvolvimento do pensamento
computacional desde tenra idade e assim permitir que as crianças possam
utilizar brinquedos roboticos programáveis. As crianças de três anos aprendem
na pré-escola, como desenvolver o “pensamento computacional”. Aos seis anos,
quando atingem escolas primárias, eestão prontos para começar com o Scratch,
uma plataforma desenvolvida pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology)
para começar a aprender a programar. Primeiro, a versão júnior e aos 10, a
versão adulta.
Um ano mais tarde são capazes de explicar o funcionamento, do aparelho que criaram.
No fim da análise do projeto, podemos consluir que a integração das novas tecnologias no processo de ensino-aprendizagem é um fator positivo, que além de preparar os alnos também lhes dá competências necessárias para continuarem a trabalhar com as novas tecnologias, uma vez que estas são cada menos imprescindíveis.
Referências Bibliográficas
Botelho, F. (14 de julho de 2005). Globalização e cidadania:
reflexões soltas. Obtido em 21 de outubro de 2017, de Setúbal na rede: http://www.setubalnarede.pt
Artigo Tecnologia. Que Conceito. São Paulo.
Disponível em: http://queconceito.com.br/tecnologia.
Obtido a 22 de outubro de 2017.
Botelho, F. (9 de agosto de 2006). Texto e literacias… Obtido a 21
de outubro de 2017, de Setúbal na rede: http://setubalnarede.pt
Educação para os Media. (29 de abril de 2014). Obtido na
Direção-Geral da Educação: http://www.dge.mec.pt/educacao-para-os-media.
Escola do futuro já existe. Sabia onde é. (20 de julho de 2016).
Obtido em:
https://www.dinheirovivo.pt/buzz/galeria/pensamento-computacional-desde-os-3-anos/
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